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terça-feira, 8 de março de 2022

Caem bombas, em cidades ucranianas

Assistimos à escalada da guerra e não acreditamos, como é possível aquele nível de destruição, atingindo alvos civis. Putin está disposto a tudo, isso já se percebeu, como se não importassem os milhões de deslocados, os milhões de refugiados, os milhares de mortos, os milhares de feridos…, a total devastação da Ucrânia. E por quê? Porque ele quer. Se ele quer, não olha a meios. O mais certo é as negociações, que eu espero continuem, não levem a nada nenhum. E então ninguém pode deter o monstro? Este é ponto: é preciso prender Putin. Só os russos o podem fazer, quando perceberem que as suas vidas se tornaram insuportáveis...

domingo, 27 de fevereiro de 2022

A guerra da Rússia contra a Ucrânia

Não sabemos ainda o que vai acontecer. Eu que não percebo nada de estratégias militares, mas percebo alguma coisa de gente alucinada, como Putin o ditador russo, temo o pior.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

A guerra: um dos maiores problemas de direitos humanos,

A guerra, é consequência e causa de muitas violações, antes, durante e após os conflitos: o problema das populações deslocadas, multidões que fogem das zonas de conflito para outras regiões ou cidades, deixando tudo atrás, vulneráveis a perigos, doenças, etc.; os refugiados que pedem asilo em países vizinhos, procurando escapar à morte; os meninos soldados levados das suas aldeias e ensinados a matar, debaixo do efeito de drogas, tornam-se assassinos frios, alheados e sem sentimentos ; o abuso sexual de jovens e mulheres adultas, a propagação de doenças e a consequente destruição de famílias; milhares (às vezes, muitos) de pessoas mortas e de famílias destroçadas, onde falta o pai, a mãe ou ambos; meninos abandonados à sua sorte, vítimas inocentes de uma guerra que não poupa ninguém.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

A paz é, porventura, a causa mais justa por que lutar...

Quando se anuncia mais uma guerra, a Rússia a invadir a Ucrânia, lutar pela paz é uma exigência da consciência de cada um. Está em causa a vida, a vida de milhares de inocentes. É necessário agir, são as opiniões públicas, as pessoas, que têm de sair para a rua a exigir o não início da guerra – é um problema de direitos humanos a nível mundial, ninguém pode ficar indiferente. Mas manifestações massivas, sem outros cartazes que não sejam a condenação da violência e a defesa da vida e dignidade humana.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Dignidade: igualdade e diferença

Às vezes, para alguns, parece mais fácil defender a diversidade e a diferença, como valores intocáveis, do que defender a liberdade e a igualdade de todos os seres humanos, como valores igualmente intocáveis. Mais, a meu ver, a convergência desses valores, implica até que os valores universais são prioritários, porque não podemos viver perdendo a ética.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

27 de janeiro – Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Todos temos um dever de memória, acerca dos totalitarismos do século XX – para mim, muito mais claro, desde que visitei campos de concentração e extermínio, nomeadamente, Auschwitz-Birkenau. Nenhum apaziguamento humano é possível, com o que aconteceu, de 1942 a 1944, nesses campos de morte. É algo que esmaga mesmo; algo que, num primeiro momento, nos tolhe o pensar, para depois nos interrogar, até ao mais fundo de nós mesmos: como foi possível aquela fábrica de morte?
O portão de entrada de Auschwitz (Polónia), de há 75 anos, quando o campo foi libertado.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Os prisioneiros de Guantânamo

É uma prisão, num enclave na ilha de Cuba, que os Estados Unidos administram e por arrendamento perpétuo desde 1903. Foi aí que prenderam os responsáveis pelos atentados de 11 de setembro de 2001 às Torres Gémeas, em Nova Yorque. Dos 800 presos que já passaram por lá, apenas 12 foram julgados. Neste momento, permanecem 39, sem processo, sem julgamento e sem condenação, como consta de declarações e tratados internacionais que estabelecem o direito de todos os seres humanos a ser julgados, em tempo útil e de forma justa, em conformidade com as leis. Na Europa, por exemplo, em França e Espanha, onde houve atentados com muitas mortes, os terroristas foram presos, julgados e condenados. Os Estados Unidos persistem numa situação ilegal. Parece uma prisão fora do mundo e fora da lei, onde sucessivos relatórios, apontam violações.