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domingo, 18 de julho de 2021

18 de Julho – o dia de Nelson Mandela

 

Nelson Mandela foi (continua a ser) uma personalidade de enorme importância para os direitos humanos, por isso as Nações Unidas criaram um dia de celebração, em seu nome: o dia do seu nascimento, 18 de julho de 1918.

Lutou, desde novo, contra a opressão e a segregação branca na África do Sul. A partir dos anos 40, através do movimento político: Congresso Nacional Africano (CNA,) que queria, por meios pacíficos, acabar com o apartheid, reivindicando direitos para os negros. Não foi possível, aumentou a repressão policial e as prisões, contra os membros do CNA que foi ilegalizado.

O apartheid, é a segregação do regime político branco, apoiado em leis; uma opressão racial institucionalizada, como se os negros fossem pessoas de segunda classe, obrigados a viver em guetos e sem qualquer tipo de condições de vida. Em espaço público, só podiam movimentar-se com uma credencial, que dizia de e para onde podiam ir ou estar.

Em 1961, o CNA cria um grupo armado e aumenta a repressão branca. Em 1964, Mandela é preso e condenado a prisão perpétua, passa 27 anos nas ilhas Robben. É libertado a 11 de fevereiro de 1990.

Em 1993, ganha o prémio Nobel da Paz Em 1994, torna-se o primeiro presidente negro da África do Sul, com a ideia precisa de lutar pela dignidade de todos, de unir brancos e negros; está um mandato, não concorre a novas eleições, que ganharia de forma esmagadora; cria uma fundação, abraçando causas sociais e políticas, como sempre fez. Morre a 5 de dezembro 2013.

Mandela é um símbolo, uma luz, um caminho para os direitos humanos!

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

A morte de Kofi Annan


No dia 18 de agosto passado, morreu Kofi Annan. Natural do Gana, foi Secretário Geral das Nações Unidas, entre 1997 e 2006 e Prémio Nobel da Paz partilhado com a ONU, em 2001. Foi o primeiro negro a chefiar aquela organização, onde era um alto funcionário, desde há muito.
Annan era alguém a quem o mundo deve prestar homenagem, pela força, pela capacidade de falar com todos, na procura das melhores decisões. Sempre que se via Annan, via-se e sentia-se a presença de uma pessoa boa, de uma calma e de uma sensibilidade que poderiam tornar tudo menos difícil. E houve tempos muito difíceis, durante os dez anos à frente da ONU: as guerras do Ruanda, dos Balcãs, do Iraque... Em Portugal, já foi referido por muita gente o papel decisivo que teve na independência de Timor-Leste.